quarta-feira, maio 02, 2007

O tempo pára e só eu existo. Movo-me com a música que rompe o pulsar mudo de cada simples vida em janelas abertas e portas sem chave. A aldeia está calma, o silêncio da noite amacia o verde e castanho da agreste paisagem. O frio gela os ossos. Acaricia-me vento suave e arrasta o mal para o outro lado da placa. Eu podia ser paz, se não fosse também euforia de aqui estar.

3 comentários:

chandler m. bing disse...

não há nada melhor que momentos de egocentrismo introspectivo :)

AR disse...

solta essas letras
;)

delusions disse...

"Acaricia-me vento suave e arrasta o mal para o outro lado da placa. Eu podia ser paz, se não fosse também euforia de aqui estar."

:)

adorei!

Bjinhos* boa semana