quinta-feira, fevereiro 16, 2006

...E ao mesmo tempo que me faltas, não sei se me chega a ilusão da tua presença, a intermitência das tuas palavras. Não posso sentir-te, não posso ouvir-te. De que me vales? Resta-me o eco da tua voz, porque as sensações não se recordam. Vivem-se! As roupas já foram lavadas, e já não cheiro a ti (mas reconheço o teu cheiro em qualquer parte)...

4 comentários:

disse...

Já não sei se te quero, se deixo de te querer. E agora?

Hizys disse...

isso mesmo. =|

Anita disse...

Malditas memórias!

Marta disse...

Isso e estar sossegadinha no meu canto e ser atingida por um perfume que trás tanta saudade.... e faz renascer emoções menos desejáveis... =S