domingo, janeiro 28, 2007

Eco de nada

Quando a música acaba, já ninguém ouve. Quando o sol se esconde, já ninguém vê. Quando a festa acaba, já ninguém fica. Quando tudo é trabalho, já ninguém abraça. Quando tudo é tristeza, já ninguém telefona.
Quando não há sorrir, não estás. Quando não há beijo, não vens.
No final de tudo, só eu estou, só eu oiço, só eu vejo, só eu fico. Eu e um eco de nada.

3 comentários:

Anónimo disse...

eco (eco...eco...eco...

Joana disse...

hey... i'm right here=)

negative creep disse...

é sempre assim, por mais lixado que isso possa ser