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O poeta é um fingidor

Poemas para a minha filha - XVI

Com a mão cheia Dos meus cabelos, Adormeces Tranquila Serena Feliz. Eras tão pequenina Quando pela primeira vez, Adormeceste de mão enrolada Nos meus longos cabelos. Ainda não falavas E já me ensinavas tanto: Muitos falavam de independência Mas tu pediste-me presença Pediste-me que ficasse, Que não saísse de ao pé de ti, Prendendo os meus cabelos Na tua mão. Presa a ti, Foi do mundo que me libertei. E abandonei-me contigo No sono dos justos. Porque nada é mais importante Do que ter-te nos meus braços, Noite após noite, Sussurrar-te que estou aqui, Sempre, Para te proteger, Para te aconchegar, Para sentires os meus cabelos Entre os teus dedos E adormecermos assim, Tranquilas Serenas Felizes Juntas.

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